Bem-Vindos

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

FELIZ ANO NOVO - AMANDO O QUE ELE AMA, E ODIANDO O QUE ELE ODEIA!

Querido Leitor,


Naziaseno, Érika, Ana Beatriz e Arthur Augusto
Dedilho nas teclas com a intenção de formar palavras, orações e frases que expressem a minha gratidão aos leitores que durante esse ano visitaram esse blog. Inauguramos essa página eletrônica em 28 de junho de 2010 com o post QUEM CONQUISTOU QUEM? UMA REFLEXÃO SOBRE A PARTICIPAÇÃO DE ALINE BARROS E FERNANDA BRUM NO DOMINGÃO DO FAUSTÃO – talvez, ao lado de E AGORA , JOSÉ?” REFLEXÃO SOBRE A MORTE DE UM SER AMARGO (junho), os mais apreciados pelos leitores. Foram vinte artigos e mais de três mil acesso durante esses últimos seis meses.

É bem verdade que alguns criaram polêmicas como, por exemplo, os posts versando sobre o novo ateísmo (julho e agosto) e os mais recentes sobre a Igreja Adventista do Sétimo Dia; outros, por sua vez, passaram sem a devida atenção que merecem – o post O SILENCIOSO JUÍZO DE DEUS carece uma atenção especial pela propositura apresentada e, sobretudo, pela seriedade da questão. Alertamos em agosto sobre metodologias eclesiásticas que estão ocupando espaço no seio reformado – “DESIGREJEI”, EM BUSCA DO NOVO! Vale à pena reler. Denunciamos, fazendo coro com muitos blogueiros cristãos, sobre a “caixa preta” do Partido dos Trabalhadores que ameaça e desafia frontalmente os princípios esposados na Palavra de Deus, além de promover uma licenciosidade perniciosa na sociedade brasileira - O MINISTÉRIO DA INIQUIDADE (setembro). Não posso esquecer os estudos biográficos destacando a vida e obra de Salomão – ELEVAÇÃO E DECADÊNCIA (agosto) e Sansão – VIDA SEM COMPROMISSO, VIDA INFELIZ ( novembro) – muito apreciado e reproduzido nas mais diversas igrejas.

No próximo ano continuaremos a produzir mais artigos com a intenção de instruir e edificar vocês leitores. Quero agradecer, especialmente, aos “seguidores” do VOZES DA REFORMA - continuem lendo, comentando e divulgado esse espaço de reflexão e debate.

Finalmente, desejo a todos um feliz ano novo repleto de alegria e realizações ao lado do Pai – amando o que Ele ama e odiando o que ele odeia! Esse é o caminho para a felicidade. Que Eles nos abençoe! São os sinceros votos de Naziaseno, Érika, Bia e Arthur!








terça-feira, 21 de dezembro de 2010

MORTE DA ALMA?!!! NÃO VALE A PENA CONFERIR!

No último post abordamos sobre uma falácia adventista – o ensino sobre o sono da alma, ou estado de inconsciência. O erro não pára por aí: após o período de sono eles ensinam sobre o futuro das almas. Segundo eles a alma dos fiéis irão para os Céus – até aí nada de errado. O interessante é o que acontecerá com os ímpios. Para os adventistas os incrédulos serão aniquilados, ou seja exterminados – deixarão de existir (isso inclui, também, Satanás e os anjos rebeldes). Em outras palavras, eles não acreditam no juízo eterno – no Inferno.


E A BÍBLIA O QUE DIZ?

“Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniqüidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes” (Mateus 13. 41-42).

- Nesses versículos notamos o juízo prescrito para os que promovem escândalos e aos que praticam iniqüidade. A sentença é clara: lançados serão na fornalha acessa. O estado desses será de choro e de ranger de dentes, ou seja total desespero.

“Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mateus 25.41).

- Esse versículo mantém a mesma sentença anunciada no versículo anterior, mas algo é adicionado: o tempo, e esse é eterno. Creio que o texto é extremamente claro!

“ondas bravias do mar, que espumam as suas próprias sujidades; estrelas errantes, para as quais tem sido guardada a negridão das trevas, para sempre” (Judas 13).

- Esse único capítulo de Judas é revelador sobre o futuros dos ímpios e dos demônios. A última expressão denota o período de duração do sofrimento dos inimgos de Cristo: para sempre. Será que será necessário explicar? O texto é claro!

“O diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos” ( Apocalipse 20.10).

- Não há um texto mais claro do que esse último no que diz respeito à duração do castigo dos malignos. Esse versículo afirmar a doutrina da punição eterna, não deixando margem para nenhuma dúvida.

Conforme as passagens bíblicas, o Inferno existe. É um lugar de tormento. Alguém disse que o tormento do inferno se caracteriza pela ausência da graça de Deus – lá a graça não irá. Nesse mundo crentes e descrentes são visitados pela graça do Senhor – razão porque os ímpios gozam de benefícios celestiais como, por exemplo, as chuvas, o sol, o ar, a generosidade e a bondade no coração dos descrentes etc... Porém no Inferno Deus não visitará com graças os seus habitantes. Certamente isso atormentará os moradores daquele lugar. Mas, o peso do castigo será intensificado pelo peso da eternidade. Ademais, há um detalhe que comprova e justifica uma punição eterna: a alma é imperecível, ou seja imortal (Salomão diz que Deus colocou a eternidade no coração do homem, Eclesiastes 3.11).

Prezado leitor, o apóstolo Paulo exorta para que sejamos examinadores das Escrituras Sagradas. De forma inequívoca encontramos respostas bíblicas sobre o futuro dos descrentes. Os adventistas, infelizmente, nesse quesito são antibíblicos. Cuidado com eles! A Bíblia enfaticamente assevera que os que não recebem Jesus como Senhor e Salvador serão atormentados eternamente. Digo-lhes uma última cousa: Não vale a pena conferir!!!


quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

“Cabral: Quem não teve 'namoradinha' que já fez aborto?”

Às vezes a boca produz um mal cheiro superior àquele promovido pelo produto do intestino que expulso é por via escusa (Mateus 15. 18-20). Um belo – ou podre – exemplo foi publicamente protagonizado pelo governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB). Ontem, dia 14, discursando a empresários em São Paulo, Cabral falou textualmente assim: “Quem aqui não teve uma namoradinha que teve de abortar?”

O que revolta não é tão somente a explícita frase pró-aborto. Mas, sobretudo, a certeza que denota a conjectura da sua fala, isto é - que o auditório já teria recorrido ao procedimento por conta de uma gravidez não desejável de uma namorada. Será que não havia pelo menos um justo lá?
Cabral permite ser entendido nas entrelinhas do seu discurso que o aborto é a solução de uma gravidez indesejada - fruto da irresponsabilidade e do espírito animalesco de homens que não tiverem um compromisso sério, mas se utilizaram descartávelmente de “namoradinhas. Na realidade o que parece é uma tentativa de aliviar a consciência pesada! Digo mais: a intenção não é promover o bem da mulher, mas é tirar literalmente um problemão que isso provavelmente causará a muitos cabras que há por aí!

Diz ele alhures no discurso: “Hoje, no Rio, em áreas mais nobres, como na Tijuca, se encontram taxas de natalidade de países civilizados, desenvolvidos, onde as pessoas têm consciência.” Agora, é importante perguntar: “Tem consciência de quê?” Para ele o controle de natalidade passar, também, pela opção de extrair um feto indesejável. É isso que é civilidade?

Pobre cabra! Enquanto muitos não têm a chance de nascer; outros nascem, crescem e apodrecem antes de morrer!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O SONO DA ALMA, DURMA COM UM BARULHO DESSE!

Olá amigos leitores, apresento-lhes o segundo post sobre a IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA. O objetivo desse é expor as divergências teológicas que separam esse movimento do ramo protestante histórico. Antes, porém, para fazermos justiça, é necessário algumas observações preliminares. (1) Boa parte dos fundamentos teológicos essenciais da fé cristã é defendido e ensinado pelos adventistas. Eles crêem na Trindade, no criacionismo bíblico, na salvação mediante a fé no sacrifício de Jesus Cristo na cruz, na necessidade de fé e arrependimento, na vida eterna e nas Escrituras Sagradas como regra de fé e prática. (2) É inegável a contribuição social que a IASD tem promovido para a sociedade. As escolas adventistas têm contribuído significamente para a melhoria e qualificação do ensino no nosso país e, além disso, mantém hospitais que servem a coletividade com dedicação e fraternidade. Podemos citar também campos de repouso e casas de recuperação de viciados. Porém, apesar dessas qualificações, é necessário considerar o outro lado da moeda. É justamente esse lado, estranho e obscuro, que me proponho a considerar nesse segundo artigo.


O que nos afasta desse segmento religioso? Vejamos:

 A DOUTRINA DO SONO DA ALMA
Os adventistas do sétimo dia ensinam que após a morte a alma entra em um estado de total inconsciência. Na realidade eles apregoam o sono da alma. Segundo eles a alma só acordará no dia da ressurreição. Para tal citam Eclesiastes 9.5 como comprovação bíblica dessa doutrina.

REFUTAÇÃO BÍBLICA:

Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente”. (Gênesis 2.7).

• A Palavra de Deus claramente ensina que a alma do homem é imortal, invisível e, além disso, foi criada pelo próprio Deus.

Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos; e clamavam em grande voz, dizendo: Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação.” (Apocalipse 6. 9,10).

• Esse texto apresenta as almas daqueles que foram martirizados por causa da pregação do Evangelho do Senhor Jesus. O estado dessas almas é de total consciência a tal ponto que adoram e glorificam ao Cordeiro de Deus.

Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte. E foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. Então, disse Pedro a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas; uma será tua, outra para Moisés, outra para Elias. Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi. Ouvindo-a os discípulos, caíram de bruços, tomados de grande medo. Aproximando-se deles, tocou-lhes Jesus, dizendo: Erguei-vos e não temais! Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus” (Mt 17.1-8).

• Conforme você pode perceber nem Moisés e nem Elias estavam no estado de inconsciência. Eles historicamente morreram, apesar de reconhecermos as circunstâncias anormais e diferenciadas, porém antes da ressurreição dos mortos encontramos as suas mentes conscientes conversando com Jesus Cristo.

Ora, havia certo homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente. Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele; e desejava alimentar-se das migalhas que caíam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as úlceras. Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado. No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio. Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu, em tormentos. E, além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós. Então, replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de não virem também para este lugar de tormento. Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos. Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos”.

• Nenhum outro texto das Escrituras aborda mais sobre a questão da vida após a morte do que esse. Esse é o texto básico que responde a pergunta crucial – o dilema dos homens: O que acontece após essa vida? Mesmo numa rápida leitura do texto claramente você percebe que o rico no Inferno está exercendo plenamente as suas faculdades mentais. Ele entra em diálogo com Abraão e lembra da sua vida espiritualmente miserável na terra. Poderia haver um exemplo mais claro que a alma não dorme do que esse?

Ora, há muitos outros texto que sem sombra de dúvida mostra que após a morte há apenas dois caminhos: Ceu ou Inferno. Ao fecharmos os olhos nessa terra imediatamente abriremos os mesmos na vida eterna.

Eu sei que às vezes a Bíblia se utiliza do termo dormir para designar a morte (Ex.: João 11.11). É necessário entendermos que essa expressão é uma figura de linguagem para descrever o estado feliz dos servos de Deus após a morte. A expressão dormir denota uma idéia de descanso, de paz e de consolação. Nunca, porém, incosnciência!

O ensino do sono da alma ou estado de inconsciência da alma é desumana; pois agride a estrutura básica do homem que é formada de alma e corpo. É uma doutrina inconsistente com as Escrituras Sagradas. Não caia nesse erro! Não durma no ponto! Abra bem os seus olhos nessa terra! Nem aqui na Bahia se admite essa idéia (rsrsrsr).

No próximo post analisaremos outro falso ensino divulgado pelos Adventistas: Aniquilamento dos Ímpios. É isso mesmo - eles ensinam que não haverá a punição eterna dos incrédulos. Até lá!

sábado, 20 de novembro de 2010

Manifesto pró-Mackenzie, Em Defesa da Liberdade de Expressão Religiosa

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 [LINK] e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.

Para ampla divulgação.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA, SEITA OU DENOMINAÇÃO EVANGÉLICA?

Olá amigos leitores, sem o desejo de criar polêmica e atrito passo a apresentar algumas nuances históricas da IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA. É claro, se você for sincero, concordará comigo que há um ponto de interrogação sobre esse movimento: Será que esses, de fato, pertencem ao Corpo do Senhor Jesus e, portanto, estão inseridos na família da fé evangélica? O meu objetivo é promover uma reflexão sobre essa questão. Nesse primeiro post falaremos sobre a história e, depois, iremos avaliar os alicerces desse movimento.

HISTÓRICO

O início da história dos Adventistas deu-se quando um fazendeiro, Guilherme Miller, conseguiu uma licença da Igreja Batista para pregar o Evangelho. Ele era um homem bem intencionado, porém era rude e de pouca instrução.
Em certo momento lendo o livro de Daniel, precisamente o capítulo 8 e versos 13 a 14, interpretou que as 2.300 tardes e manhãs referem-se a anos. Através de um cálculo matemático, levando em consideração a data que Esdras chegou do exílio à Jerusalém (457 a. C.), chegou à conclusão que a segunda vinda de Cristo se daria no ano de 1843. Começou, então, a pregar como base do seu ministério o advento do retorno de Cristo para esse ano – daí o a expressão “Adventista”. Mas, é claro, Cristo não voltou. E aí? Seus colaboradores entre eles Samuel Snow, refizeram os cálculos - considerando o calendário hebraico ao invés do romano - e  apontou-se a data da vinda de Cristo: 22 de outubro de 1844. Porém, Cristo não veio! A multidão de adeptos frustrada e decepcionada começou a perseguir o falsos profetas. Para  Guilherme Miller o mais importante não era a data, mas a volta do Senhor; porém, diante da situação, teve que fugir e, segundo alguns estudiosos, se refugiou na sua antiga denominação batista. Agora há um detalhe interessante: Miller apesar de ser o precursor dos Adventistas do Sétimo Dia nunca ensinou a guarda do dia de sábado. Então, como surgiu esse ensinamento?

A doutrina da guarda do sétimo dia está intimamente ligada a Sra. Hellen G. White. Essa mulher era uma seguidora dos ensinos de Miller (depois voltaremos a esse assunto). A fim de mascarar o fracasso da previsão do seu mestre ela começou a remediar a confusão instaurando uma nova doutrina: segunda ela o Santuário de Daniel 8. 13-14 não está na Terra, e sim no céu. Então, passou a ensinar que Cristo veio em 22 de outubro de 1844 ao Santuário do Céu para purificá-lo e, depois dessa fase, retornará à Terra. Com isso em mente a sra. White procurou Miller para lhe transmitir a nova doutrina, porém ele não deu ouvidos à ela, e, definitivamente, saiu desse novo movimento.

Esse entendimento, segundo Hellen White, foi lhe dado mediante visões. Em seu livro “Spiritual Gifts” (Dons Espirituais) ela relata: “Eis vi que Deus estava na proclamação do tempo em 1843”.

Com a saída de Guilherme Miller a sra. White tornou-se a profetiza dos Adventista do Sétimo Dia. Nós veremos adiante que os seus ensinamentos são recebidos pelos adventistas como inspirados pelo Espírito Santo; ou seja, o que ela fala está no mesmo patamar das Escrituras Sagradas para eles.

Um pequeno grupo que se recusou a desistir depois do grande desapontamento, surgiram vários líderes que construíram a base do que viria a ser a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Destacam-se dentre estes líderes um jovem casal - Tiago e Ellen White - e um capitão de navio aposentado, José Bates. No princípio, a atuação foi em grande parte limitada a América do Norte, até 1874 quando o primeiro missionário da Igreja, John Nevins Andrews, foi enviado para Suíça (http://www.desbravadores.org.br/iasd/historia.php).
Embora o nome “Adventista do Sétimo Dia” tenha sido escolhido em 1860, a denominação não foi oficialmente organizada até 21 de maio de 1863, quando o movimento incluia cerca de 125 Igrejas e 3.500 membros.

AVALIAÇÃO

Interessantes leitores, antes mesmo de analisar o conteúdo das doutrinas adventistas, já encontramos três sérios erros já no início histórico desse movimento:

• Primeiro, Os Adventistas surgem na pretensão de alguém em revelar à humanidade a data da segunda vinda de Cristo. Isso beira a arrogância e soberba ou inocência pueril! Veja o que disse Jesus em relação ao seu retorno: “Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai” (Marcos 13.32). O texto é muito claro: só Deus sabe essa data! Ora se nem os anjos e nem o próprio Filho conhece o dia do seu retorno à Terra como, então, uma simples criatura mortal e falha pode marcar a data? Que absurdo!!!

• Segundo, os ensinamentos de Hellen white, que são a base das doutrinas dos adventistas, não são extraídos das Palavras de Deus nas Escrituras, mas em supostas visões que ela teve. Assim sendo, para os Adventistas as Escrituras não são suficientes para revelar a vontade Deus para os homens, por isso eles acreditam em novas revelações. Hellen White acrescentou novos ensinamentos à Palavra. O que a própria Biblia diz sobre isso? Veja o que está escrito em Gálatas 1. 9: “Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema”. É isso mesmo: anátema! maldito!


• Terceiro, A desculpa de Hellen White para mascarar o fracasso da profecia de seu mestre Guilherme Miller é assombrosamente absurda. Ela ensinou que Miller nã se enganou totalmente. Miller acertou o retorno de Cristo, mas não foi na Terra e sim no Céu. Ou seja, ela ensinou que Cristo desceu da profundeza da morte para purificar o espaço celestial. Mas, eu pergunto: no céu existe imperfeição? Por acaso há no ceu impureza? A Bíblia diz, em Isaías 6, que Deus é Santo, Santo, Santo; significa afirmar que Deus habita em lugares santíssimos. Obviamente não há necessidade de purificação. Também a Bíblia nos ensina em Hebreus 1.3 e 9. 24 que o trabalho de Cristo não é purificar o ambiente, mas interceder por nós a Deus. Além disso as Escrituras Sagradas dizem que Cristo entrou no lugar santíssimo, o Céu, 40 dias após a sua morte e ressurreição.

Ora, se a base, o alicerce, desse movimento é fragil e defeituoso imagine os seus ensinamentos? É sobre isso que falaremos no próximo post.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Vida Sem Compromisso, Vida Infeliz – Uma Análise da Experiência de Sansão

INTRODUÇÃO

Sansão nasceu de uma forma extraordinária. Fruto de um verdadeiro milagre. A sua mãe era estéril, ou seja não podia engravidar. Naquele tempo uma mulher estéril era considerada amaldiçoada por Deus, e, por isso, sofria um profundo preconceito por parte da sociedade. A mulher nessa condição era desprezada e humilhada.

• Ela recebe uma mensagem dos céus – 13. 3.

• Há um detalhe maravilhoso: provavelmente quem apareceu para ela foi o próprio Cristo. Podemos entender assim diante da maneira que ela e o seu esposo, Manoá , procederam – 13. 16-19. Agora notem o procedimento do casal – 20. 22.

• Algum tempo depois o menino nasceu. Sansão foi o seu nome. Ele cresceu e Deus o abençoou – v. 24. A bênção do Senhor consistia na atuação do Espírito Santo nele – v. 25.


PROPÓSITO NA VIDA DE SANSÃO

• Sansão nasceu para uma missão bem específica – 13. 5 (parte final).

• Para isso ele recebeu uma capacitação especial – uma força espetacular: 14. 5,6, 19; 15. 14-16.

• Mas, havia a necessidade de um compromisso – o voto de Nazireu – 13. 5.

• Sobre o voto – Números 6. 1-8. O nazireu não podia:

1. Não beber vinho, nem bebida forte;

2. Não passar navalha na cabeça;

3. Não se aproximar de cadáver;
• Então, Deus chamou Sansão para uma grande obra, capacitou-o para isso; mas exigiu um compromisso. Compromisso de obediência.


APLICAÇÃO:

- Essa fórmula ainda é válida para nós hoje:

• Todo o crente é chamado para uma missão específica;

• Todo crente é capacitado para essa missão;

• Mas essa missão só será cumprida ser permanecermos em obediência a Cristo.

PECADOS E DELITOS DE SANSÃO

1º Quebrou voto de nazireu: Aproximando-se de um cadáver: 14. 8-9

2º Rebeldia: 14. 1-3 (desobediência aos pais)

3º Envolvimento com o inimigo (amizade com o mundo): 14.1; 14. 10-13 (comunhão com os incrédulos).

4º Lascívia: Lascívia é ser dominado pela paixão para satisfação sexual. É o contrário do amor, pois o amor não procura os seus próprios interesses.

a. Sansão casou com uma das filhas do filisteus – 14.1;

b. Traiu a sua esposa com uma prostituta – 16. 1;

c. Apaixonou-se por uma traidora e interesseira – 16. 4;

• Então, o homem que nasceu para um propósito tão nobre se esqueceu completamente da sua missão. Sansão era um homem sem compromisso!


CONSEQUÊNCIAS DOS SEUS PECADOS

1º - Perdeu o dom de Deus para a sua vida: 16. 20.

2º - Os seus inimigos prevaleceram contra ele: 16. 21.

• Vazaram os seus olhos e fizeram-no de escravo. Sansão caiu no ridículo. O mundo zombou de Sansão (16. 25).

Como termina a história de Sansão?
  • Vejamos: 16. 28-31
Quais lições que aprendemos no triste fim de Sansão:

1º - Aquele que é eleito por Deus não perde a salvação, mas vive o inferno na terra quando anda em desobediência.

2º - Morre mais cedo (1 Co 11. 29-30).

3º - Apesar dos sérios pecados Deus é misericordioso e sempre ouve a oração de um filho.

4º - Deus sempre cumpre os seus propósitos apesar de nós (16. 30).


CONCLUSÃO

• VIDA SEM COMPROMISSO, VIDA INFELIZ!