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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O SONO DA ALMA, DURMA COM UM BARULHO DESSE!

Olá amigos leitores, apresento-lhes o segundo post sobre a IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA. O objetivo desse é expor as divergências teológicas que separam esse movimento do ramo protestante histórico. Antes, porém, para fazermos justiça, é necessário algumas observações preliminares. (1) Boa parte dos fundamentos teológicos essenciais da fé cristã é defendido e ensinado pelos adventistas. Eles crêem na Trindade, no criacionismo bíblico, na salvação mediante a fé no sacrifício de Jesus Cristo na cruz, na necessidade de fé e arrependimento, na vida eterna e nas Escrituras Sagradas como regra de fé e prática. (2) É inegável a contribuição social que a IASD tem promovido para a sociedade. As escolas adventistas têm contribuído significamente para a melhoria e qualificação do ensino no nosso país e, além disso, mantém hospitais que servem a coletividade com dedicação e fraternidade. Podemos citar também campos de repouso e casas de recuperação de viciados. Porém, apesar dessas qualificações, é necessário considerar o outro lado da moeda. É justamente esse lado, estranho e obscuro, que me proponho a considerar nesse segundo artigo.


O que nos afasta desse segmento religioso? Vejamos:

 A DOUTRINA DO SONO DA ALMA
Os adventistas do sétimo dia ensinam que após a morte a alma entra em um estado de total inconsciência. Na realidade eles apregoam o sono da alma. Segundo eles a alma só acordará no dia da ressurreição. Para tal citam Eclesiastes 9.5 como comprovação bíblica dessa doutrina.

REFUTAÇÃO BÍBLICA:

Então, formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente”. (Gênesis 2.7).

• A Palavra de Deus claramente ensina que a alma do homem é imortal, invisível e, além disso, foi criada pelo próprio Deus.

Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos; e clamavam em grande voz, dizendo: Ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação.” (Apocalipse 6. 9,10).

• Esse texto apresenta as almas daqueles que foram martirizados por causa da pregação do Evangelho do Senhor Jesus. O estado dessas almas é de total consciência a tal ponto que adoram e glorificam ao Cordeiro de Deus.

Seis dias depois, tomou Jesus consigo a Pedro e aos irmãos Tiago e João e os levou, em particular, a um alto monte. E foi transfigurado diante deles; o seu rosto resplandecia como o sol, e as suas vestes tornaram-se brancas como a luz. E eis que lhes apareceram Moisés e Elias, falando com ele. Então, disse Pedro a Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, farei aqui três tendas; uma será tua, outra para Moisés, outra para Elias. Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis, vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi. Ouvindo-a os discípulos, caíram de bruços, tomados de grande medo. Aproximando-se deles, tocou-lhes Jesus, dizendo: Erguei-vos e não temais! Então, eles, levantando os olhos, a ninguém viram, senão Jesus” (Mt 17.1-8).

• Conforme você pode perceber nem Moisés e nem Elias estavam no estado de inconsciência. Eles historicamente morreram, apesar de reconhecermos as circunstâncias anormais e diferenciadas, porém antes da ressurreição dos mortos encontramos as suas mentes conscientes conversando com Jesus Cristo.

Ora, havia certo homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo e que, todos os dias, se regalava esplendidamente. Havia também certo mendigo, chamado Lázaro, coberto de chagas, que jazia à porta daquele; e desejava alimentar-se das migalhas que caíam da mesa do rico; e até os cães vinham lamber-lhe as úlceras. Aconteceu morrer o mendigo e ser levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico e foi sepultado. No inferno, estando em tormentos, levantou os olhos e viu ao longe a Abraão e Lázaro no seu seio. Então, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim! E manda a Lázaro que molhe em água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro igualmente, os males; agora, porém, aqui, ele está consolado; tu, em tormentos. E, além de tudo, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que querem passar daqui para vós outros não podem, nem os de lá passar para nós. Então, replicou: Pai, eu te imploro que o mandes à minha casa paterna, porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de não virem também para este lugar de tormento. Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos. Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos”.

• Nenhum outro texto das Escrituras aborda mais sobre a questão da vida após a morte do que esse. Esse é o texto básico que responde a pergunta crucial – o dilema dos homens: O que acontece após essa vida? Mesmo numa rápida leitura do texto claramente você percebe que o rico no Inferno está exercendo plenamente as suas faculdades mentais. Ele entra em diálogo com Abraão e lembra da sua vida espiritualmente miserável na terra. Poderia haver um exemplo mais claro que a alma não dorme do que esse?

Ora, há muitos outros texto que sem sombra de dúvida mostra que após a morte há apenas dois caminhos: Ceu ou Inferno. Ao fecharmos os olhos nessa terra imediatamente abriremos os mesmos na vida eterna.

Eu sei que às vezes a Bíblia se utiliza do termo dormir para designar a morte (Ex.: João 11.11). É necessário entendermos que essa expressão é uma figura de linguagem para descrever o estado feliz dos servos de Deus após a morte. A expressão dormir denota uma idéia de descanso, de paz e de consolação. Nunca, porém, incosnciência!

O ensino do sono da alma ou estado de inconsciência da alma é desumana; pois agride a estrutura básica do homem que é formada de alma e corpo. É uma doutrina inconsistente com as Escrituras Sagradas. Não caia nesse erro! Não durma no ponto! Abra bem os seus olhos nessa terra! Nem aqui na Bahia se admite essa idéia (rsrsrsr).

No próximo post analisaremos outro falso ensino divulgado pelos Adventistas: Aniquilamento dos Ímpios. É isso mesmo - eles ensinam que não haverá a punição eterna dos incrédulos. Até lá!

10 comentários:

Anônimo disse...

Gostei desse texto ele só mostra o quão contraditória é a bíblia e que pode haver sim contato com os mortos, porque se moisés morreu, como viram moisés? se um trecho diz que a memória dos mortos jaz no esquecimento e outro trecho diz outra coisa, então teremos uma contradição...

Naziaseno disse...

Caro Anônimo,

Obrigado pelo seu contato. Creio que és bastante perspicaz. Nas entrelinhas do texto tu procurastes motivos para desqulificar o post. Mas, na realidade, mostras apenas a tua cabal ignorância. De forma inequívoca digo a ti: não há contradição na Bíblia. A Palavra de Deus descarta qualquer possibilidade com aqueles que já morreram. Na realidade Moises e Elias não passaram pela morte física. Narra o Antigo Testamento que Elias foi transladado para os Céus e, em relação a Moises, não sabemos os detalhes do fim dos seus dias nessa terra. Assim sendo, não há erro ou contradição, pois eles não experimentaram a morte física. Isso também aconteceu co Enoque - Deus o tomou para Si. Estamos diante de exemplos que são raríssimas exceções.Cuidado ao destilar o veneno ao afirmar que a Bíblia tem contradições, no fundo estás afirmando que o próprio Deus é dúbio. Esse é um terreno muito perigoso!

Anônimo disse...

Não afirmo que Deus é dúbio... a Bíblia é que não transmite muita segurança por serem livros seletos por homens e esses livros podem n ser verdadeiros, e também por ter passado por tantas traduções que não é confiável... De qualquer forma, para ir para os céus, o corpo de Elias passou por uma transformação. Então, se ele foi para os céus, ele não pode ter contato com outras regiões como o inferno ou mesmo a Terra.

Pedro Erisson disse...

Caro amigo, a Santa Paz.

Pude notar que seu post trás algo de incomum sob o ponto de vista protestante, que normalmente defendem a "dormição da alma" após a morte.
O seu post é exatamente o que os primeiros Cristãos e a Igreja Católica sempre sustentaram desde o início: os mortos estão Vivos e conciêntes e gozam da amizade de Deus(aqueles que foram merecedores da promessa)e não inertes, tirando um "cochilo" até que a ultima trombeta os acorde.
Como você bem argumentou, a Sagrada Escritura se encarrega de demonstrar essa verdade. Cristo também a ensinou na parábola do Rico epulão e o pobre Lázaro, ainda que fosse uma parábola note que ninguém o constestou dizendo: "ei, Jesus, os mortos não podem falar, pois estes dormem", tampouco os doutores da Lei que estavam também presentes O interpelaram; além do mais, seria algo totalmente incompatível a Cristo se Ele aí se pusesse a ensinar doutrinas pagãs, vãs...
Ninguém O contestou...

Caro amigo, a posição dos Adventistas sobre o estado pós morte é realmente esta?

Esse post me foi surpreso.

Pedro Erisson disse...

CORREÇÃO: pensei que seu blog fosse de orientação Adventista, apenas agora, vi que és Presbiteriano.
De modo que, do tronco protestante tradicional é a única que guarda mais similaridades com a Igreja Católica, inclusive, pela graça de Deus, estamos mais próximos ainda, pois os pedidos de retorno - das igrejas presbiterianas - ao seio da Madre Igreja Católica cresçe a cada dia.
Bem vindo de volta!

Webmaster D. Barbosa disse...

kkkk.
Voltar a adorar maria e negar a mediação exclusiva de Cristo. Crer na salvação por meio de obras, Queimar velas, Crer em Purgatório, comprar Indulgecias, kkk, Tá dificil voltar pra esta igreja mãe que se apostatou da fé biblica. Conquanto ao anonimo perguntando sobre Moisés ter aparecido é o caso de Deus te-lo Resucitado conforme ensina Judas nas entrelinhas de seu livro.

Pedro Erisson disse...

Caro D. Barbosa, "adorar Maria", "mediação EXCLUSIVA de Cristo", "fé BÍBLICA" ??

Ora meu caro, e como você pretende provar essas afirmações??

A Igreja Católica jamas em sua história bi-milenar ensinou a adorar outro ser senão a Deus. Essa afirmação estúpida fica para ignorantes que perderam o senso crítico, fruto do livre exame de Lutero, que aliás o leva a acreditar numa "fé bíblica" (????).
D. Barbosa, Cristo elegeu apóstolos e os mandou "ensinar" e não "escrever"... e estes bem cumpriram sua missão, logo, a Fé de Cristo -o ato de crer em Cristo - é justamente crer naqueles que Ele enviou a ensinar.

Para você que acredita não que "o Verbo se fez carne" - Verbum caro factum est” (Jo. I, 14) - mas que o Verbo se fez livro: a Bíblia; continue com seu Sola Scriptura delirante e auto-destrutivo, pois ele mesmo não pode justificar-se.

Paulo Cezar disse...

convencer "doutores" só leva a discussões insanas, ao contrario disso JESUS usou o seu tempo para evangelizar e ensinar seus discípulos, pois isso é produtivo, traz resultado positivo. diante dos "doutores" Jesus falava por parábolas...não desperdiçava as pérolas. Paz e um forte abraço.

Marciano Rodrigues disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marciano Rodrigues disse...

Olá caros amigos que a paz do Eterno estejais com todos, primeiro de tudo é que o post em relação a Moisés esta horrivelmente errado, segundo; Jesus disse Lázaro sai para fora, o qual estava a 4 dias morto. Vamos para analogia no qual defende a consciência a pós-morte; se Lázaro tivesse no seio de Abraão ele teria que pedir autorização para se tornar a vida no qual Jesus o ressuscitou, porque se usamos o texto do ladrão ele teria que esta com Abraão no primeiro dia no qual morreu, será que ele estava com Abraão e disse; pai Abraão deixa eu voltar para à vida porque Jesus esta me chamando, tchau veremos depois quando eu morre outra vez.
Isso gera uma contradição crucial.
temos que entender que é um sono inevitável, todos descansam ate a ressurreição.